Skip links
fisioterapia pélvica em BH

Fisioterapia pélvica: aprenda a identificar quando você precisa de ajuda

Se você está lendo isso, provavelmente já sabe que sua saúde é importante, mas você sabe como cuidar do seu corpo de forma adequada? A fisioterapia pélvica é uma técnica que tem se tornado cada vez mais popular entre indivíduos que buscam melhorar a saúde e qualidade de vida. Porém, muitas pessoas ainda não sabem quando precisam procurar essa especialidade. Muitas pessoas desconhecem as vantagens dessa área da fisioterapia, mas esse tratamento pode oferecer enormes benefícios para a saúde física e mental, é hora de aprender sobre como essa especialidade pode te ajudar. Leia este post para saber como identificar os sinais de quando você precisa dessa técnica e como ela pode fazer a diferença na sua vida. 

O que é a Fisioterapia pélvica

A fisioterapia pélvica é uma especialidade da fisioterapia que tem como objetivo tratar disfunções que envolvam os músculos do assoalho pélvico, que estão localizados na região entre o púbis e o cóccix. Essas disfunções podem afetar homens e mulheres de diferentes faixas etárias. Para solucioná-las, essa área da fisioterapia utiliza técnicas específicas para fortalecer e relaxar os músculos do assoalho pélvico, reduzir a dor e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Em suma, a fisioterapia pélvica pode ser um tratamento eficaz para lidar com a dor, sem abrir mão da qualidade de vida e saúde. No entanto, muitos pacientes não sabem identificar quando necessitam do auxílio de um profissional. Por isso, é importante aprender a identificar os sintomas para saber quando procurar ajuda. 

Sintomas de Alerta de que seja necessário fisioterapia pélvica 

  • Dor pélvica crônica, 
  • Espasmos musculares frequentes, 
  • Desconforto na bexiga, 
  • Lesões profundas na pelve, 
  • Dor durante ou após a relação, 
  • Dor ou desconforto ao evacuar. 

Pessoas que sofrem com esses sintomas, devem procurar tratamento fisioterapêutico especializado. 

Fatores que contribuem a dor pélvica

É importante também lembrar que fatores emocionais também podem contribuir para o surgimento ou piora da dor pélvica. Pessoas que sofrem de estresse, ansiedade, depressão ou outros problemas de saúde mental podem ter maior probabilidade de desenvolver sintomas dolorosos na pelve. Esse tipo de dor nem sempre está relacionado a doenças. 

Dores pélvicas também estão relacionadas a problemas comuns como prisão de ventre, bexiga cheia etc. Entretanto, no caso de mulheres podem indicar patologias ginecológicas, sobretudo se o desconforto for persistente e não ocorrer somente no período menstrual. No entanto é necessário a procura por um especialista pois podem existir problemas gravíssimos por trás da dor pélvica.

Algumas das condições que podem afetar a pélvis incluem:

  • Doenças sexualmente transmissíveis (DSTs): As DSTs, podem causar inflamação dos órgãos reprodutivos e da pélvis, o que pode levar a dor e desconforto.
  • Endometriose: É uma condição em que o tecido que cresce dentro do útero se expande para fora dele, na superfície da pélvis. Isso pode causar dor intensa durante a menstruação e durante as relações sexuais.
  • Cistos ovarianos: Cistos são sacos cheios de líquido que se formam nos ovários. Às vezes, eles podem causar dor e desconforto na pélvis.
  • Miomas uterinos: São crescimentos não cancerosos que crescem no útero. Eles podem causar uma série de sintomas, incluindo dor, pressão e sangramento intenso durante a menstruação.
  • Infecções do trato urinário (ITUs): A infecção do trato urinário é uma infecção bacteriana que afeta a bexiga, uretra, ureteres ou rins, frequentemente causando dor na pélvis.
  • Prostatite: É uma inflamação da próstata, que pode causar dor, desconforto e dificuldade em urinar.
  • Câncer: O câncer de ovário, útero ou próstata pode causar dor ou pressão na pélvis.

Infelizmente as mulheres são as que mais sofrem com essa condição segundo uma pesquisa epidemiológica feita pelo Porta Scielo “A prevalência estimada de dor pélvica crônica é de 3,8% em mulheres de 15 a 73 anos (superior à enxaqueca, asma e dor nas costas), variando de 14 a 24% em mulheres na idade reprodutiva, com impacto direto na sua vida conjugal, social e profissional , o que transforma a dor pélvica crônica em um sério problema de saúde pública. Cerca de 60% das mulheres com a doença nunca receberam o diagnóstico específico e 20% nunca realizaram qualquer investigação para elucidar a causa da dor. Em unidades de cuidados primários, 39% das mulheres queixam-se de dor pélvica”.

O tratamento correto dependerá do tipo e gravidade do problema. Se houver dor ou desconforto na pélvis, é importante consultar um especialista de fisioterapia pélvica para obter orientação e tratamento adequados para as suas necessidades individuais. Em resumo, a fisioterapia desempenha um papel fundamental na saúde da pelve, ajudando a prevenir e tratar vários problemas relacionados à região.

Benefícios da Fisioterapia Pélvica

O objetivo do tratamento é restaurar a saúde íntima dos pacientes, prevenir maiores sequelas e melhorar os sintomas associados ao desconforto pélvico. A pelve é uma região do corpo humano que abriga importantes órgãos como a bexiga, útero (em mulheres), próstata (em homens) e reto. Além disso, é também o local onde estão localizadas várias estruturas ósseas e ligamentos que são cruciais para o suporte e movimentação do corpo.

Por isso, é fundamental que a pelve esteja em boas condições físicas e funcionais para garantir o bem-estar do indivíduo. E é aí que entra a fisioterapia na pelve, que desempenha um papel fundamental na prevenção e tratamento de problemas relacionados à pelve.

Entre os principais benefícios dessa especialidade, podemos destacar:

  • Prevenção e tratamento da incontinência urinária e fecal: A fisioterapia pode ajudar a fortalecer os músculos do assoalho pélvico, que são responsáveis por controlar a micção e a defecação. Com exercícios específicos e técnicas de biofeedback, é possível melhorar a sua função e prevenir a perda involuntária de urina ou fezes.
  • Tratamento da disfunção sexual: A fisioterapia pode ajudar a melhorar a sensibilidade e o fluxo sanguíneo na região pélvica, o que pode contribuir para melhorar a libido, a ereção e a lubrificação vaginal.
  • Reabilitação pós-parto: As mulheres que passaram por um parto vaginal podem ter problemas com a função da pelve, incluindo a incontinência e a dor durante o sexo. A fisioterapia pode ajudar a recuperar a força e o controle muscular e restaurar a função normal da pelve após o parto.
  • Tratamento da dor pélvica: A fisioterapia pode ajudar a aliviar a dor na região pélvica causada por condições como endometriose, cistite intersticial, síndrome do intestino irritável e outras patologias.
  • Preparação para cirurgia: Em alguns casos, a fisioterapia pode ser recomendada como uma forma de preparar a musculatura da pelve para uma cirurgia, o que pode reduzir o tempo de recuperação e melhorar os resultados da intervenção.

Conclusão

Em resumo, a dor na pelve é um problema comum, mas com o tratamento correto é possível alcançar um alívio significativo dos sintomas. A fisioterapia pélvica é uma ótima forma de terapia, que se concentra no tratamento de disfunções do assoalho pélvico, como a incontinência urinária, a incontinência fecal, o prolapso uterino, a dor pélvica crônica, entre outras condições. Após saber os sintomas de como identificar quando você precisa de uma fisioterapia pélvica,  você deve se preocupar agora com a escolha de qual será a clínica para receber um diagnóstico correto e iniciar seu tratamento. Existe uma variedade de opções de clínicas em BH assim como em Minas Gerais inteiro, mas deve ficar atento para escolher a melhor. 

Você  gostou das informações apresentadas neste artigo, achou interessante? Então não perca mais tempo e visite o nosso blog para encontrar outras dicas valiosas sobre saúde e mantenha-se em movimento!

Conheça nosso blog!

 

Leave a comment